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SUPREMO NÃO FOI SUPREMO

 

Em outras épocas, já teríamos tido uma solução autoritária. Isso é um avanço. São as instituições que estão atuando. Mas o avanço precisa continuar. Inaceitável, por exemplo, o que aconteceu no caso de Aécio. O Supremo permitir que uma penalidade por ele imposta dependesse de ratificação por outro Poder. Ou deveria ter exigido seu cumprimento ou não devia tê-la imposto. Supremo precisa ser supremo.

Até a próxima

NÃO É SEPARATISTA MAS APONTA OS PROBLEMAS

 

Postei vídeo a propósito do que está acontecendo na Catalunha e sugerindo reflexão sobre nossa situação aqui no País. Meu leitor Armando Gurgel é engenheiro eletricista, de São Paulo. Enviou-me a seguinte mensagem:

“Separatismo não! Não concordo com sua posição. Aliás lá pelos anos 1990 o movimento "o sul é meu país" estava bem forte, fui visitar uma empresa em Blumenau e a pessoa que me pegou no aeroporto em Navegantes era um entusiasmado participante do mesmo, então fui do aeroporto até Blumenau com parada para o almoço ouvindo seus argumentos, discordei e até citei uma frase do Mário de Andrade em que ele dizia ser impossível imaginar o Brasil sem a Amazônia,  sem Minas, sem Rio Grande do Sul etc. e tal.

Acho que o sistema federativo tem que mudar, o Senado comandado pelo norte/nordeste é uma aberração, sul e sudeste tem 21 senadores, só o nordeste tem 27, na verdade são 21 contra 60. O PIB do sul/sudeste não tenho os números, mas é muito maior que o do resto do país, só o São Paulo é maior que o da Argentina. 

A reclamação básica do catarinense era que o sul trabalhava, pagava os impostos e o dinheiro ia todo para o nordeste. Com um detalhe: não chegava no nordestino. Ficava quase todo nos bolsos dos coronéis da política de lá.”

            O importante na mensagem foi Armando mostrar sua posição contra o separatismo mas apontar os problemas. São reais e demandam solução. Não solucioná-los significará nossa permanente condenação.

Até a próxima

 

 

 
 
 
 
 
 
 

 

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